Economia
Seminário discute apicultura e indicação geográfica da própolis vermelha
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06/06/2013 08h08
O município de Japaratinga sedia, nesta quinta-feira (6), o XIII Seminário Alagoano de Apicultura, que deve reunir produtores, técnicos, especialistas e pesquisadores da área para discussão dos principais temas que envolvem a atividade. Entre eles, a indicação geográfica da própolis vermelha, produto tipicamente alagoano e que já chama a atenção até dos japoneses.
O evento será realizado das 9h às 13h, no auditório do Hotel Albacora, e terá palestras sobre cooperação e cooperativismo, abelhas sem ferrão, registro de estabelecimentos e produtos apícolas e produção de pólen como incremento da apicultura.
De acordo com o assessor especial do Litoral Norte da Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri), Orlando de Morais Carvalho, um dos principais problemas para os produtores de mel é o preço. “Isso ocorre, em parte, devido à falta de valorização do mel pelos consumidores. O mel é visto apenas como um produto medicinal e geralmente não faz parte da alimentação diária das pessoas”, comentou.
Segundo ele, o consumo médio de mel por pessoa ao ano, no Brasil, é de 300 gramas, enquanto na Europa chega a quatro quilos. “A baixa demanda faz o preço cair. Mas, por outro lado, os produtores conseguem um bom preço vendendo para o Estado, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos, e para as prefeituras, por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar”, citou Orlando de Morais.
Um dos pontos positivos da atividade, de acordo com o assessor da Seagri, é a organização dos produtores em cooperativas e associações, que facilitam o beneficiamento e a venda da produção. “Outro lado muito importante da apicultura é a preservação do meio ambiente. Os produtores são conscientes de que, se não preservarem a vegetação nativa, as abelhas não poderão produzir nem o mel nem os outros produtos”, frisou.
Promovido pelo Sebrae/AL, o XIII Seminário Alagoano de Apicultura tem apoio das Secretarias de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri); da Ciência, da Tecnologia e da Inovação (Secti) e do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico (Seplande), dos Ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (MDA); e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), da Codevasf, da Prefeitura de Japaratinga e do Programa de Arranjos Produtivos Locais (PAPL).
Outras informações sobre o seminário pelo telefone 0800 570 0800.
O evento será realizado das 9h às 13h, no auditório do Hotel Albacora, e terá palestras sobre cooperação e cooperativismo, abelhas sem ferrão, registro de estabelecimentos e produtos apícolas e produção de pólen como incremento da apicultura.
De acordo com o assessor especial do Litoral Norte da Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri), Orlando de Morais Carvalho, um dos principais problemas para os produtores de mel é o preço. “Isso ocorre, em parte, devido à falta de valorização do mel pelos consumidores. O mel é visto apenas como um produto medicinal e geralmente não faz parte da alimentação diária das pessoas”, comentou.
Segundo ele, o consumo médio de mel por pessoa ao ano, no Brasil, é de 300 gramas, enquanto na Europa chega a quatro quilos. “A baixa demanda faz o preço cair. Mas, por outro lado, os produtores conseguem um bom preço vendendo para o Estado, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos, e para as prefeituras, por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar”, citou Orlando de Morais.
Um dos pontos positivos da atividade, de acordo com o assessor da Seagri, é a organização dos produtores em cooperativas e associações, que facilitam o beneficiamento e a venda da produção. “Outro lado muito importante da apicultura é a preservação do meio ambiente. Os produtores são conscientes de que, se não preservarem a vegetação nativa, as abelhas não poderão produzir nem o mel nem os outros produtos”, frisou.
Promovido pelo Sebrae/AL, o XIII Seminário Alagoano de Apicultura tem apoio das Secretarias de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri); da Ciência, da Tecnologia e da Inovação (Secti) e do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico (Seplande), dos Ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (MDA); e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), da Codevasf, da Prefeitura de Japaratinga e do Programa de Arranjos Produtivos Locais (PAPL).
Outras informações sobre o seminário pelo telefone 0800 570 0800.
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