Maceió receberá novo voo semanal da Latam vindo de São Paulo
Número de voos tem aumentado no Estado com redução da alíquota do querosene de aviação, diz Sedetur
Um dos principais mercados emissores de turistas a Alagoas, a cidade de São Paulo, receberá um voo semanal ligando o Aeroporto de Congonhas ao Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, em Maceió. O voo, que será operado pela LATAM, aos sábados, inicia as atividades no dia 5 de novembro.
O trajeto será realizado por uma aeronave Airbus A319 e facilitará as conexões com passageiros vindos dos municípios de Belo Horizonte (BH), Rio de Janeiro (RJ), Ribeirão Preto (SP), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Londrina (PR), Florianópolis (SC), Joinville (SC) e Navegantes (SC).
Seguindo na contramão da crise, Alagoas continua incrementando a malha aérea e se consolidando como um dos destinos mais procurados do Brasil.
“A melhoria na malha aérea é fundamental para consolidar ainda mais o destino entre os turistas. Estamos trabalhando, de maneira estratégica, a divulgação de Alagoas nos principais mercados emissores, através de campanhas e capacitações para agentes de viagem para transmitir informações que potencializem as vendas de pacotes para o nosso estado. Esse novo voo vindo de São Paulo permitirá que ainda mais visitantes possam vir a Alagoas”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Helder Lima.
Interior de São Paulo
Não apenas turistas vindos da capital paulista visitam Alagoas. O interior de São Paulo é um forte mercado emissor, possuindo voos diretos semanais vindos de Ribeirão Preto e Campinas, obtidos graças à parceria da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur) com a Operadora de Viagens CVC.
Querosene de aviação
Um decreto regulamentado no primeiro semestre reduz de 17% para 12% a alíquota do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) do querosene de aviação em Alagoas.
Na prática, a regulamentação posiciona Alagoas como um dos estados mais competitivos do país para atração de novos voos, por reduzir a carga tributária para o segmento, já que o custo com o combustível representa 35% do valor gasto pelas companhias com os voos, o que acaba determinando a distribuição dos voos pelo país de acordo com a competitividade do ICMS praticado.
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