Corpo é retirado no meio de funeral para exame no IML
Na cidade de Sinop, a cerca de 500 m de Cuiabá, no Mato Grosso, um funeral foi interrompido na metade na última sexta-feira (13). Enquanto a família velava Rosangela Sanches, de 47 anos, agentes precisaram suspender a cerimônia para retirar o corpo do local e levá-lo para exames de necrópsia no Instituto Médico Legal (IML) da cidade. A mulher havia morrido em decorrência de um acidente de trânsito, em que foi atingida por uma caminhonete enquanto passava de moto.
Após ser internada em estado grave no Hospital Regional de Sinop, passar por cirurgia e não resistir ao procedimento, o corpo de Sanches foi liberado do hospital sem a realização dos exames de rotina necessários do IML. Por esta razão, o órgão enviou uma equipe ao local do velório para submeter o corpo aos exames exigidos, decisão que teria chocado a família, que não entendia o que estava acontecendo, conforme relata o G1.
A direção do Hospital Regional de Sinop se comprometeu em adotar medidas para responsabilizar os envolvidos. O velório foi retomado após o exame, seguido pelo enterro do corpo à noite. Um boletim de ocorrência foi registrado pela família devido à confusão.
Veja também
Últimas notícias
Prefeitura divulga programação completa para o Girau Folia 2026
Governo pode acelerar debate sobre fim da escala 6x1 enquanto PEC avança na Câmara
Secretaria de Agricultura de Maragogi realiza abertura do Ano Rural com agricultores e lideranças da zona rural
Jovem trans de 18 anos é identificada como autora de ataque a tiros em escola no Canadá
PF pede a Fachin suspeição de Toffoli no inquérito do Banco Master
Educação prorroga prazo de chamada pública para agricultura familiar até 23 de fevereiro
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
