Paquistanesa grávida tem prego martelado na cabeça para dar à luz um menino
Mulher está esperando a quarta menina;ter um filho homem é considerado bom presságio
Uma paquistanesa grávida apareceu em um hospital na cidade de Peshawar com um prego martelado na cabeça por um curandeiro. Segundo a mulher, o homem havia garantido que, desta maneira, ela daria à luz a um menino.
A gestante se dirigiu à instituição de saúde em Peshawar, que fica no noroeste do Paquistão, depois de tentar retirar o prego por conta própria, informou à AFP o médico Haider Khan.
— Estava totalmente consciente, mas com muita dor — explicou.
Um raio-X mostrou que o prego de cinco centímetros perfurou o crânio da mulher, mas não atingiu o cérebro. Mãe de três meninas, ela está grávida de uma quarta.
Os curandeiros tradicionais, com práticas enraizadas na mística sufi, são comuns no Paquistão, país de maioria muçulmana, apesar da desaprovação de algumas escolas de pensamento do Islã aos ritos.
No sul da Ásia, ter um filho é considerado um bom presságio, por supostamente representar mais capacidade de assegurar o futuro financeiro dos pais que uma filha.
A polícia ainda pretende interrogar a mulher.
— Em breve colocaremos nossas mãos no feiticeiro — disse o chefe de polícia de Peshawar, Abbas Ahsan.
Últimas notícias
Girau do Ponciano inicia Jornada da Equidade Educacional para formação de professores em inovação tecnológica
Sistema Faeal/Senar leva assistência técnica e fortalece produção rural em São José da Tapera
Acusados de matar menina de 12 anos no Sertão vão a júri popular nesta quinta-feira (14)
Avanço do mar e erosão levam MPF a exigir retirada de muro em praia paradisíaca de Alagoas
Maceió oferta 480 vagas gratuitas em cursos profissionalizantes para jovens
Porto Calvo recebe Arraial da Justiça e Cidadania
Vídeos e noticias mais lidas
Publicado edital para o concurso do Detran; veja cargos e salários
Jovem é expulso após ser flagrado se masturbando dentro de academia de Arapiraca
Jovem morre após complicações de dengue hemorrágica em Arapiraca
Estudantes se formam na Uninassau Arapiraca e descobrem que curso não é reconhecido
