Vai transar com uma mulher? Veja dicas para o primeiro sexo lésbico
A Pouca Vergonha ouviu mulheres lésbicas e bissexuais para reunir dicas às mulheres que vão fazer sexo lésbico pela primeira vez
“Agora todo mundo é bi?”. Essa é uma frase que tem sido falada com frequência desde que muitas pessoas públicas têm se declarado bissexuais. Contudo, é importante entender que isso se deve ao fato de que, cada dia mais, há o entendimento de que a sexualidade pode se manifestar de muitas formas e, com isso, as pessoas ficam mais abertas a novos desejos. Assim, muitas mulheres com a vida sexual já ativa se veem nervosas por fazerem sexo com outras mulheres pela primeira vez.
Infelizmente, a única referência que muitas delas têm do sexo entre mulheres é o que mostra a pornografia. Apesar de hoje o mercado pornográfico contar com produtoras de filmes feitos por mulheres e para mulheres, a maior parte do pornô tradicional é cheio de estereótipos em torno do sexo lésbico, visando majoritariamente o público masculino, que fetichiza sobre mulheres transando.
Logo, é preciso que se desmistifique alguns clichês contidos na pornografia lésbica. “O primeiro conceito a ser entendido é: não falta um pênis! Mulheres que se relacionam com mulheres querem exatamente isso: uma mulher. O prazer vem da exploração do corpo feminino, e o pênis (e até um objeto fálico) é totalmente dispensável”, explica a sexóloga e ginecologista Erlanda Maia.
Além dessa questão, existem muitos outros “mitos” a serem desacreditados sobre o sexo lésbico antes de ter uma primeira experiência. Para listá-los, a Pouca Vergonha conversou com mulheres lésbicas e bissexuais para que elas dessem dicas de como se preparar antes de transar com uma mulher pela primeira vez.
Confira:
Seja sincera
Até a mais experiente das mulheres já experienciou seu primeiro sexo lésbico, logo, não há por que sentir vergonha ou esconder que é sua primeira vez. Muitas vezes, uma conversa sincera sobre as expectativas daquele encontro é o que vai fazer o sexo fluir com muito mais naturalidade.
Use os dedos
Como dito antes, não é necessário haver um objeto fálico no sexo – apesar de, caso as duas desejem, ser liberado –, então seus melhores amigos serão os dedos. Use-os para explorar todo o corpo, não apenas a genitália, e lembre-se de começar com toques suaves (nada da rapidez e agressividade mostrada em muitos pornôs).
Corte as unhas
Claro que isso não é regra, afinal, cada uma pode ter as unhas no tamanho e formato que bem desejar. Contudo, é inquestionável que os estímulos e penetrações com o dedo ficam muito mais confortáveis e seguros com unhas curtas. Se você for do time “garras longas”, vá devagar para não machucar e limpe bem embaixo das unhas.
Tesourinha
A tesourinha é, sem dúvidas, uma das posições preferidas do sexo lésbico, na qual as duas mulheres se esfregam uma na outra, estimulando seus clitóris. Veja o melhor momento e tente investir nela – o prazer é certo.
Proteja-se!
Muitas mulheres costumam achar que o sexo lésbico não exige o uso de camisinha por conta da impossibilidade de gravidez, mas é preciso levar em consideração as infecções sexualmente transmissíveis e se cuidar. Apesar de não existir uma opção específica de camisinha para o sexo lésbico, existem algumas alternativas como a calcinha de látex ou cortar a camisinha para formar uma barreira entre as vulvas.
Últimas notícias
Eudócia Caldas muda nome nas redes sociais mirando eleitorado de JHC
Renan Filho visita líder da Assembleia de Deus em Alagoas de olho no voto evangélico
Noiva surpreende pai internado e realiza sonho dele antes de devolver vestido no ES
Cabo Bebeto convoca conservadores para adesivaço do movimento 'Acorda Alagoas' em Marechal Deodoro
Marina Candia visita mães no Hospital da Cidade e entrega kits maternidade
Foragido de PE condenado por roubo é preso com moto adulterada em Campo Alegre
Vídeos e noticias mais lidas
Ciclista morre após ser atingida por carro e ser atropelada por caminhão em Arapiraca
Creche em Arapiraca homenageia Helena Tereza dos Santos, matriarca do Grupo Coringa
Estudantes se formam na Uninassau Arapiraca e descobrem que curso não é reconhecido
Jovem morre após complicações de dengue hemorrágica em Arapiraca
