Pai de foragido pela morte de Mônica Cavalcante é preso acusado de ajudar na morte de jovem no Sertão
O suspeito é policial militar reformado da PM de Sergipe
O policial militar reformado da PM de Sergipe, José Nilton Barros, foi preso acusado de participação em um homicídio registrado neste sábado (6), em São José da Tapera, Sertão de Alagoas, que vitimou fatalmente um jovem de 22 anos identificado apenas como D.D.S.O.
José Nilton é pai de Leandro Pinheiro Barros, foragido da Justiça pelo feminicídio de Mônica Cavalcante, ocorrido em junho de 2023 também em São José da Tapera.
Sobre o crime registrado neste sábado, o ex-policial militar teria ajudado um primo no cometimento do homicídio contra o jovem.
As autoridades foram alertadas e prontamente responderam à situação, reunindo forças do Pelotão de Operações Especiais (Pelopes), do Centro Integrado da Segurança Pública (Cisp) de Tapera e da 3ª Cia Olho d’Água das Flores, além da Força Tarefa do 7º Batalhão da Polícia Militar. Ao chegarem ao local, inicialmente indicado como o possível esconderijo dos criminosos, não encontraram suspeitos.
Testemunhas relataram que José Nilton teria sido cúmplice do homicídio, levando o suposto criminoso, D.M.D.S., até o local do crime. O relato indica uma briga entre o pai do autor e a vítima, seguida da chegada do suposto autor do assassinato, acompanhado por José Nilton, com a intenção de vingar o pai. Após o crime, o suspeito fugiu com o militar reformado.
Entretanto, José Nilton negou veementemente as acusações, sendo detido na posse de uma pistola Glock G 25, calibre 380 e munições. Por questões de segurança, foi transferido para a 2ª Delegacia Regional de Polícia (2ª DRP) em Santana do Ipanema.
Este episódio se une a um passado conturbado. Em 2010, José Nilton foi apontado como líder de uma suposta quadrilha envolvida em assaltos a bancos, roubo de veículos, homicídios e crimes envolvendo adulteração de chassis e documentos veiculares. Sua ligação com a criminalidade já tinha sido investigada anteriormente, resultando na prisão de seu filho mais novo, Maxwell Pinheiro Barros, e de outros indivíduos.
Ademais, José Nilton foi acusado de ser o mandante do assassinato do sargento da PM de Alagoas, José Pedro de Araújo, em janeiro de 2009. As investigações apontaram que o sargento, anteriormente ligado à quadrilha de José Nilton, decidiu deixar o grupo para formar sua própria organização criminosa, desencadeando a fúria do suposto líder.
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