Alfredo Gaspar e aliados querem ouvir Dino sobre quebra de sigilo de Lulinha
Relator da comissão questiona o ministro do Supremo sobre decisão que derrubou a quebra de sigilo do filho do presidente Lula
O deputado federal Alfredo Gaspar (União Brasil), relator da CPMI do INSS, deve apresentar um recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do ministro Flávio Dino que derrubou a quebra de sigilo de Lulinha, filho do presidente Lula (PT).
Além de contestar a decisão, Gaspar e aliados na CPMI do INSS querem ouvir o que o ministro do STF tem a dizer sobre a decisão polêmica.
“Dino extrapola a autonomia entre os Poderes, e para quê? Para blindar o filho do presidente da República e outras figuras que precisam se explicar sobre seu envolvimento com a fraude no INSS", afirmou Gaspar após a determinação do ministro.
O pedido ainda precisa ser analisado pela comissão, que tem reunião com votações prevista para a próxima quinta-feira (12). Por se tratar de um convite, mesmo se for aprovado, Flávio Dino não será obrigado a comparecer.
“Entendo que, diante da relevância e dos efeitos dessa decisão sobre os trabalhos da comissão, é importante que o Parlamento e a sociedade brasileira tenham pleno conhecimento dos fundamentos jurídicos que a motivaram”, argumentou o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos), sobre o requerimento.
Últimas notícias
Clima Bom, bairro de Maceió, registra 70 dias sem homicídios
PM apreende 25 armas de fogo e mais de 10 kg de drogas na última semana em Alagoas
Caso Master: foragido de operação da PF é preso em Dubai
Datafolha 2º turno: Lula e Flávio têm 45% das intenções de voto
Milton Naves, locutor mineiro, morre aos 70 anos
Maceió Abraça o Mundo avança para segunda etapa de intercâmbio estudantil
Vídeos e noticias mais lidas
Publicado edital para o concurso do Detran; veja cargos e salários
Jovem é expulso após ser flagrado se masturbando dentro de academia de Arapiraca
Jovem morre após complicações de dengue hemorrágica em Arapiraca
Estudantes se formam na Uninassau Arapiraca e descobrem que curso não é reconhecido
