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Deputados alagoanos devem perder cargos no governo por terem votado contra reforma de Temer

02/05/2017 13h01
Deputados alagoanos devem perder cargos no governo por terem votado contra reforma de Temer

Os votos contrários da maioria da bancada alagoana da Câmara ao projeto da reforma Trabalhista proposta pelo governo Temer (PMDB) vão acarretar num “castigo” por parte do presidente. Informações de Brasília dão a entender de que os deputados Cícero Almeida (PMDB) e Givaldo Carimbão (PHS) devem nos próximos dias perder cargos no Governo Federal.

Eles estariam sendo orientados pelo senador Renan Calheiros a irem de encontro aos projetos apresentados por Temer, o que teria irritado o presidente.

Outros dois deputados que fazem parte da base governista, Ronaldo Lessa (PDT) e Rosinha da Adefal (PT do B), terão uma segunda chance, mas não podem vacilar novamente com o presidente Temer... caso contrário também sofrerão do mesmo castigo que Almeida e Carimbão vão receber.

 

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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