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Quatro secretarias são as opções oferecidas para Ronaldo Lessa voltar para a base do governo

08/05/2017 09h09
Quatro secretarias são as opções oferecidas para Ronaldo Lessa voltar para a base do governo

O bom filho a casa torna, ou melhor, a política e os interesses fazem voltar. Informações dão conta de que a parceria entre o deputado federal Ronaldo Lessa (PDT) e o prefeito Rui Palmeira (PSDB) deve acabar em breve. O motivo? O governador Renan Filho (PMDB) ofereceu uma proposta irrecusável para que o parlamentar volte para sua base.

Um fator que deve pesar para Ronaldo Lessa aceitar é o fato de que seu primo e um dos seus principais auxiliares, Israel Lessa, que é Superintendente Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), órgão ligado ao Ministério do Trabalho deve ser exonerado nos próximos dias do cargo por causa do voto do deputado contra as reformas do Governo Michel Temer.

Para abrigar Israel e equipe, uma aliança com o governador é bem vista por Lessa. Ele sabe que ao lado de Renan Filho e com secretarias do Estado em suas mãos a sua permanência na Câmara é bem mais provável.

Vamos as opções oferecidas pelo governador: A secretaria do Trabalho que já  foi ocupada pelo PDT, hoje é cota do PTB assumida por Artur Albuquerque, filho do deputado Antônio Albuquerque. Essa não tem como no momento. Cogita-se então para Lessa as secretarias de Esportes, Mulher e Direitos Humanos, Ciência e Tecnologia ou Desenvolvimento Econômico. Pastas que Renan Filho já decidiu mudar.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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