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Deputado estaria se apropriando de dinheiro dos servidores para usar em eleição

11/05/2017 18h06
Deputado estaria se apropriando de dinheiro dos servidores para usar em eleição

Atraso no pagamento dos servidores terceirizados e de fornecedores!!! Essa velha prática parece ter retornado para Assembleia Legislativa do Estado, junto com a nova Mesa Diretora. Mas a grave denúncia feita por alguns funcionários da Casa é de que o atraso do pagamento não seria por apenas um simples detalhe, mas sim que ele estaria servindo para que certo deputado possa fazer caixa com o dinheiro - devido aos juros poupança em cima dos dias atrasados – para usar na eleição.

De acordo com as informações passadas para este blog, a prática desse deputado não seria exclusiva apenas na Casa Legislativa, mas também numa prefeitura do interior que ele tem forte relação.  Lá a folha de pagamento também sofre atraso para que os juros possam ir para o bolso do parlamentar que mesmo sabe não ter força popular para ganhar eleição, apenas com a utilização dessa “verba” para compra de votos.

Um funcionário da Casa bastante influente chegou até a dar um exemplo. “Imagine o juros poupança que dá 2% ao dia. O cara atrasar em um dia a folha de R$ 1 milhão dá R$ 20 mil. Até chegar a eleição esse deputado vai ter toda a grana para gastar e se reeleger”.

Vale lembrar que esse deputado sempre é lembrado pela Polícia Federal e que responde judicialmente por alguns desvios. Ele também é taxado na Casa como o comandante.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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