Politicando
Biu de Lira usa influência em ministérios para dificultar envio de recursos para governo de Renan Filho
Apesar do Governo Federal ser administrado atualmente pelo PMDB do senador Renan Calheiros, o governo de Alagoas tem encontrado dificuldades para conseguir recursos em alguns órgãos federais. Principalmente nos que são aliados ao Partido Progressista, o PP. Que no Senado é liderado por Benedito de Lira e na Câmara Federal, por seu filho Arthur Lira.
A família de Lira possui forte influência sobre os ministros Ricardo Barros, da Saúde e Blairo Maggi, da Agricultura.
Órgãos vinculados a estes ministérios tem dificultado a relação com o governo de Renan Filho (PMDB).
É a cultura do quanto pior, melhor.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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