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O novo modelo de notas do governador Renan Filho

22/05/2017 18h06
O novo modelo de notas do governador Renan Filho

O Governador Renan Filho parece começar a adotar um novo modelo de avaliação em seu governo.

Nos dois primeiros anos de gestão, o Chefe do Executivo classificava por notas seus secretários. Muitos tiveram notas irrisórias como 1 ou 2. O que acabava gerando constrangimento nas secretarias mal avaliadas.

Agora parece que o método de avaliação mudou. O governador não pode desagradar mais os aliados com notas ruins. A exemplo dos recentes nomeados, Fernando Pereira para a pasta do Desenvolvimento Social e Arthur Albuquerque para a secretaria do Trabalho e Emprego.

Eles têm bases eleitorais muito fortes e que Renan Filho vai precisar bastante no próximo ano.

Secretários por indicação política-familiar não podem ficar suscetíveis a notas humilhantes, pois seus clãs são importantes arrebatadores de votos para 2018.

A melhor avaliação é aquela que agrada nas urnas.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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