Politicando
Prefeitos que serão candidatos em 2018
A partir de abril de 2018 alguns municípios trocarão de prefeito. Isso porque os titulares irão pedir renúncia do cargo para disputar as eleições. No caso os respectivos vices assumem.
É o caso de Joaquim Beltrão de Coruripe, que deverá ser candidato a deputado federal reconquistando mandato que já foi seu na Câmara. Na prefeitura fica a vice Dalva Beltrão, esposa de Joaquim. Ele deve também trocar de partido acompanhando o sobrinho Marx Beltrão, ambos migrarão do PMDB para o PSD.
Outro prefeito do Litoral Sul que deve deixar o cargo é Zezeco da Barra de São Miguel, que deverá ser a aposta do PMDB à Câmara Federal. Seu vice Pastor Silas do PSB ficará à frente do município. Silas já chegou a assumir por um mês a prefeitura este ano.
Jarbinhas Omena, de Messias, é uma das grandes apostas do PSDB para disputar uma das 27 vagas na Assembleia Legislativa. Ele também tem o apoio do governador Renan Filho (PMDB). O vice é seu próprio irmão, Luís Emílio, ficando tudo em casa.
Um dos que vem sendo mais cotado para renunciar é o prefeito de Maceió, Rui Palmeira(PSDB). Que pode disputar o governo ou tentar uma das duas vagas ao Senado. O vice Marcelo Palmeira assumiria em definitivo a prefeitura de Maceió.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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