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Famílias tradicionais da política com vários nomes para 2018

27/09/2017 15h03
Famílias tradicionais da política com vários nomes para 2018

Uma eleição mexe com toda a família. Muitos clãs terão eleição em dobro. Mas como Alagoas tem forte veia política teremos um fenômeno que pode ser incomum no próximo ano.

Uma eleição em dose tripla...

Os Calheiros terão duas reeleições: Renan, o pai ao Senado e o filho para o Governo. Além disso ainda podem ter um candidato a deputado federal, Olavo Neto, atual prefeito de Murici e filho de Olavo Calheiros, que não deve se candidar a mais uma eleição de deputado estadual.

Os De Lira tem Arthur e Biu, deputado e senador, na busca da reeleição. Marcelo Palmeira que é enteado de Benedito pode tentar vaga na Assembleia.

Os Vilela terão a tentativa de reeleição de Pedro Vilela na Câmara Federal e a eleição de Teotonio Vilela Filho para o Senado. Em Viçosa já se fala em Téo Vilela Neto para deputado estadual.

Os Beltrão andam querendo ir além. Marx irá ao Senado. O Federal da família deverá ser Joaquim, atual Prefeito de Coruripe e que já foi duas vezes deputado em Brasília. Na Assembleia lançam Maykon e Marcelo.

Quem entende do ramo acha que é comum família criar laços políticos, mas 2018 tem tudo para ser a eleição mais dura da história. E o pior, a negação à política  pode rejeitar nomes tradicionais e as chamadas ‘velhas novidades’.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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