Politicando
Retirada de placas do IMA causa mal estar para Rui Palmeira
A retirada de placas instaladas pelo Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA/AL) na orla de Maceió continua repercutindo.
E muita gente sabe que isso não passa de uma briga de ego entre o secretário municipal do Meio Ambiente, Davi Maia com o Instituto do Meio Ambiente. Os dois órgãos vem trocando farpas já há um certo tempo, ou melhor dizendo, trocando notificações. E com essa picuinha quem acaba pagando é o prefeito Rui, que não se manifesta e deixa tudo como está.
A ideia das placas do IMA era ótima e bastante educativa, pois continham sacos plásticos para recolhimento de lixo e nesse final de ano a orla estará cheia de turistas que devem ter a consciência de que não podem sujar a orla mais do país.
As placas foram retiradas por equipes da Secretaria Municipal de Segurança Comunitária e Convívio Social. A secretaria justificou a medida como necessária para o "cumprimento da decisão judicial que proíbe a instalação de novos equipamentos sem autorização da prefeitura". Justificativa essa que não leva a nada.
Por meio da assessoria de imprensa, o Instituto do Meio Ambiente lamentou a retirada das placas, garantindo que vai buscar as medidas necessárias para reverter a situação. O IMA afirmou ainda ter havido dano aos equipamentos instalados.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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