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Dois nomes e um destino: A Prefeitura de Maceió

01/02/2018 14h02
Dois nomes e um destino: A Prefeitura de Maceió

A novidade nos bastidores da política é que o ministro dos Transportes, Maurício Quintella Lessa (PR) e o deputado federal JHC (PSB) estão recebendo a mesma oferta dos principais grupos políticos que estarão encabeçando as eleições deste ano: a “Prefeitura De Maceió”. 


Com as chapas praticamente definidas, Quintella não tem espaço para ser senador e não quer ser vice. Como tem uma reeleição praticamente definida, estão prometendo a ele apoio para 2020. 


JHC também está na mesma situação. Pensou em se lançar para o Senado, mas a idade pesa contra e do mesmo jeito que Quintella, não quer ser vice e enxerga uma reeleição tranquila. Para ele, está prometendo a mesma coisa, a administração de Maceió a partir de 2021. Algo que JHC vem almejando há muito tempo. 


Pelo visto, ainda veremos muitas especulações em torno dos nomes de Quintella e JHC, os queridinhos dos grupos políticos.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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