Politicando
MDB deve sofrer perdas na eleição deste ano
O Politicando trouxe nesta semana a informação de que três deputados federais e pelo menos nove estaduais devem mudar de partido a partir de 7 de março tendo até 7 de abril para realizar a mudança, que é o prazo determinado pela Justiça Eleitoral.
Os três federais seriam o então ministro do Turismo Marx Beltrão, Givaldo Carimbão e Rosinha. O primeiro sairia do MDB e iria para o partido que comanda no estado, o PSD. Já Carimbão e Rosinha ainda estão estudando as melhores opções.
Já na seara estadual tem cinco do MDB e dois do PSDB que devem sair. Do partido do governador Renan Filho estão analisando a saída, o líder do governo na Assembleia Legislativa, Ronaldo Medeiros, além de Jairzinho Lira, Thaíse Guedes, Davi Davino, Marquinhos Madeira. Já da sigla tucana estariam de saída Gilvan Barros Filho, que pode desembarcar em algum partido aliado ao governo, além de Rodrigo Cunha que pode deixar a ALE para se candidatar ao Senado.
Os outros dois deputados que devem deixar seus partidos para migrar em siglas ligadas ao governador Renan Filho seriam Léo Loureiro, do PPL e Carimbão Júnior, do PHS.
Essa mudança é crucial para definir coligação proporcional e os apoios majoritários aos candidatos ao Senado e Governo. Também ditará o percentual de renovação política na Assembleia e na Câmara Federal
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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