Politicando
Governistas acreditam que podem fazer sete deputados federais
A conta dos governistas é que um chapão único pra federal faz cinco deputados, podendo até fazer seis.
Com as novas adesões de partidos diversos que vão de Pedro Vilela a José Thomaz Nonô. A expectativa agora é de uma conta matemática para dividir a chapa em dois. Até porque o número de pré-candidatos já passam dos 18, que é o limite máximo para uma coligação respeitando os 30% de vagas femininas.
Com isso há uma contabilização de que duas chapas subdivididas poderiam fazer três e quatro federais, na soma total sete.
Com isso, a oposição ficaria com apenas duas vagas para disputa entre Arthur Lira, JHC, Heloísa e Rodrigo Cunha - pretensos candidatos à federal.
Além de fazerem sete, os governistas contam com a possibilidade de algum deputado federal eleito ser chamado para missões como assumir uma cadeira no Tribunal de Contas, uma secretaria de estado ou até um órgão nacional.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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