Politicando
Presidência da AMA estaria entre Pauline Pereira e Marcelo Lima
Em janeiro teremos a eleição da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) e todo mundo sabe que toda a articulação da realização do pleito passa pelo crivo do governador Renan Filho.
O mandato do atual presidente Hugo Wanderley, gestor de Cacimbinhas, termina em janeiro de 2019 e o biênio 2019-2020 deverá ser liderado por outro prefeito.
O Politicando já havia adiantado que devido o MDB ter 46 prefeitos, deve sair dele o novo presidente que será alinhado ao Palácio.
O blog apurou que há uma promessa do governador para dois prefeitos, Pauline Pereira (PMB) e Marcelo Lima (MDB), de Quebrangulo.
Como força política, Pauline tem a irmã Jó Pereira deputada, o irmão Fernando, secretário de Assistência Social do Estado, além do outro irmão que é prefeito de Teotônio Vilela, Joãozinho Pereira, atualmente também tesoureiro da AMA.
Já Marcelo terá a partir do ano que vem o filho Davi Maia na Assembleia Legislativa, recém-eleito deputado estadual. Marcelo Lima é hoje o Secretário-geral da AMA.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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