Politicando
Maribondo terá novo prefeito a partir de quinta-feira (26)
Vice tomará posse após o prefeito fugir para não ser preso pela polícia.
Desde o dia 11 de março que o prefeito de Maribondo, Leopoldo Pedrosa, está foragido e o município sem um nome para ocupar a cadeira de Chefe do Executivo.
O filho de Leopoldo, Neto Pedrosa - que é o secretário de Finanças -, é quem dá as ordens na ausência do pai.
Mas isso mudará a partir da próxima quinta-feira (26), quando a Justiça dará posse ao vice-prefeito, Serginho Marques, como novo mandatário do município. Essa será a segunda vez que ele assumirá o Executivo municipal.
Serginho Marques tem o apoio do presidente da Câmara Municipal, Hugo Ribeiro, e da maioria dos vereadores. Antes aliados, eles atualmente fazem oposição a Leopoldo.
Pedrosa é procurado pela polícia por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. O prefeito rompeu a tornozeleira eletrônica e fugiu quando tomou conhecimento do seu mandado de prisão.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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