Politicando
Cícero Almeida usa jogada de marketing para fortalecer candidatura à Câmara de Maceió
Ex-prefeito ensaiou entrar na disputa majoritária para se fortalecer na proporcional
Isolado politicamente após consecutivas derrotas nas urnas, o ex-prefeito de Maceió, Cícero Almeida pretende voltar ao comando do Poder Executivo Municipal. No entanto, sem grupo e com recursos limitados, ele pode tentar reiniciar sua trajetória política na Câmara Municipal.
Recentemente, pesquisas de opinião pública revelaram que Almeida aparece com 9,3% da intenção de voto dos maceioenses, dados que chegaram a motivar uma pré-candidatura majoritária pelo partido Democracia Cristã (DC).
Mas acontece que só os números não são suficientes para entrar na disputa majoritária na Capital. Há necessidade de um grupo que dê sustentação política e aporte financeiro. Coisas que, pelo menos até agora, Almeida não possui.
A um site local, Cícero Almeida diz que está a disposição do partido e que “a decisão está nas mãos de Deus”.
“O que tiver de acontecer, vai ser por missão. Se Deus tiver pra mim e a população entender que é responsabilidade minha conduzir Maceió mais uma vez, não tenha dúvida, eu estarei à disposição”, revelou.
Nos bastidores, os comentários são de que Almeida está ensaiando uma candidatura majoritária como uma estratégia de marketing, cujo objetivo é dar musculatura ao seu nome para a disputa proporcional.
Segundo ele, está para o tudo ou nada. “O partido está firme, a galera está firme, agora caso em meio a essa caminhada, a gente sentir que a população não quer, a gente vai respeitar”, concluiu.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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