Politicando
Ciro Gomes empenha carro para pagar ação de danos morais à Collor
Senador alagoano foi chamado de “cheirador de cocaína” e “playboy safado”
O ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), teve que empenhar um veículo avaliado em R$ 85 mil para pagar uma indenização ao senador alagoano Fernando Collor (PROS). O ex-presidente da República moveu uma ação por danos morais em desfavor do réu.
A penhora do automóvel do ex-presidenciável em 2018 foi autorizada pelo Tribunal de Justiça do Ceará. A decisão é referente ao processo em que Ciro Gomes disse que Collor deveria ser chamado pelo ex-presidente Lula (PT) de “cheirador de cocaína” e “playboy safado”, nas eleições de 1989. A declaração foi dada numa entrevista no ano de 1999.
O valor inicial fixado era em torno de R% 400 mil. Ciro Gomes não pagou o débito, o que gerou um novo processo para que a decisão fosse cumprida. Os advogados de Collor usaram a penhora de bens como último recurso para quitar os honorários advocatícios da sucumbência.
Ciro Gomes ainda não se pronunciou sobre a decisão proferida pelo TJ/CE.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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