Politicando
Chapa da morte: JHC e Cunha trabalham nomes para disputar mandato na Câmara Federal
Pelo menos dez nomes fortes disputam 2 ou 3 vagas na Câmara Federal com apoio do prefeito de Maceió e Senador
Representantes da terceira maior força política de Alagoas, o prefeito de Maceió, JHC (PSB), e o senador Rodrigo Cunha (PSDB), já estão trabalhando juntos para a composição de uma chapa para a disputa por um mandato na Câmara Federal, no próximo ano.
Das 9 vagas, o grupo tem a expectativa de eleger 3 deputados federais. Embora as chances cheguem a ser reais, a formação já pode ser chamada de “chapa da morte”, tendo em vista a força política dos possíveis candidatos.
Nomes conhecidos da política alagoana, com e sem mandato, já entram na conta dos analistas políticos. Ao todo, são 10 nomes. São cotados como preferidos, o ex-deputado e pai do prefeito de Maceió, João Caldas (Avante); o deputado estadual Davi Maia (DEM) – chamado de “primeiro ministro da nova gestão da Capital; a deputada federal Tereza Nelma (PSDB); e o vereador mais votado, delegado Fábio Costa (PSB).
Há, ainda, os que podem surpreender nas urnas. São eles: o secretário municipal de Turismo, Ricardinho Santa Rita (PDT); o ex-prefeito de Penedo, Marcius Beltrão (PDT); o ex-prefeito de São José da Laje, Rodrigo Valença (Progressistas); e as ex-vereadoras Simone Andrade (DEM) e Aparecida de Luiz Pedro (Progressistas).
Vale destacar que, certamente, haverá a mudança de partido por parte de alguns dos nomes citados para viabilizar recursos do fundo partidário e o voto de legenda, através do coeficiente eleitoral.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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