Politicando
Renan Filho sugere à Bolsonaro que somente ministro da Saúde fale sobre pandemia
Criação de Comitê de Crise é avaliado como primeiro passo para fim da politização da pandemia
Durante reunião com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), ministros e gestores de outros estados, nesta quarta-feira (24), o governador de Alagoas Renan Filho (MDB) sugeriu que apenas o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, se pronuncie a respeito da pandemia provocada pelo novo coronavírus.
De acordo com o jornalista Robson Bonin, da coluna Radar da Veja, Renan Filho “pediu ao presidente que ele faça de Queiroga o Paulo Guedes da Saúde – que só ele fale de pandemia daqui para frente”.
Na avaliação de outros participantes do evento, caso o pedido seja atendido, existe a possibilidade de haver um avanço no trato ao enfrentamento da pandemia no país. No entanto, outro ponto crucial precisa ser colocado em prática: o fim da disputa política em torno do comando das ações da pandemia.
A criação do Comitê de Crise foi o primeiro passo na tentativa de minimizar o conflito entre o presidente Bolsonaro e a grande maioria dos governadores do país. Os presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, serão os interlocutores com a missão de servirem de barreira para evitar ataques entre Bolsonaro e governadores.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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