Politicando
Collor comenta se será vice-presidente de Bolsonaro em 2022
Senador se pronunciou através das redes sociais
Mais uma vez a “caixinha de perguntas e respostas” do Instagram do senador Fernando Collor (Pros) tem revelado a opinião do ex-presidente sobre diversos assuntos polêmicos. Neste final de semana, o alagoano negou o interesse em ser candidato a vice-presidente de Jair Bolsonaro (sem partido), em 2022.
O senador não informou o motivo de não ter interesse para o cargo já que, agora, faz parte do grupo de apoiadores do presidente da República. Collor foi direto ao responder “não” para o internauta que questionou se “tem alguma possibilidade de ser candidato a vice” numa eventual chapa encabeçada por Bolsonaro.
Por diversas vezes, Collor já confirmou que será candidato à reeleição ao Senado Federal. Ao que parece, a decisão é irredutível. No entanto, vale destacar que o ex-presidente tem posicionamentos imprevisíveis, deixando expectativas para líderes políticos do Estado que já começaram as composições políticas tendo em vista o processo eleitoral.
Uma novidade da última interação com o público foi sobre a opinião de Collor sobre o vereador e ex-presidente da Câmara de Maceió, Kelmann Vieira (Podemos). Quando questionado se o parlamentar-mirim terá seu apoio para o cargo de deputado federal, o senador disse que ele “é uma excelente opção”.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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