Polícia

Corpo encontrado na Praia da Avenida pode ser de homem desaparecido em Marechal Deodoro

Vítima apresentava marcas de tiros e estava desaparecida desde domingo

Por Gabrielly Farias 06/05/2026 15h03 - Atualizado em 06/05/2026 15h03
Corpo encontrado na Praia da Avenida pode ser de homem desaparecido em Marechal Deodoro
Corpo encontrado na orla de Maceió pode ser de jovem desaparecido desde domingo - Foto: Divulgação

O corpo de um homem encontrado na manhã desta quarta-feira (6), na Praia da Avenida, em Maceió, pode ser do servente de pedreiro Edson Santos da Silva, de 24 anos, desaparecido desde o último domingo (3).

A vítima foi localizada por uma pessoa que caminhava pela orla. O corpo estava de bruços, na faixa de areia, próximo ao mar.


De acordo com a polícia, Edson foi visto pela última vez após sair para trabalhar em Barra Nova, no município de Marechal Deodoro. Familiares chegaram a registrar boletim de ocorrência após o desaparecimento.

Segundo o delegado plantonista Daniel Aquino, os primeiros levantamentos apontaram marcas de tiros na parte posterior da cabeça da vítima. “Chegamos ao local juntamente com a Polícia Científica e foram identificadas lesões que passarão por análise no Instituto Médico Legal”, informou o delegado.

Ainda conforme a polícia, o corpo apresentava características que podem auxiliar na identificação, como uma tatuagem com a frase “Deus é maior que tudo” no braço esquerdo e um chaveiro encontrado no bolso da bermuda.

A Polícia Científica estima que a morte tenha ocorrido há pelo menos dois dias. Os peritos também avaliam a possibilidade de o corpo ter sido levado pelo mar até o local onde foi encontrado.

O coordenador do setor de desaparecidos, delegado Ronilson Medeiros, afirmou que há semelhanças entre o corpo encontrado e fotos de Edson Santos.

Segundo as investigações, o jovem é natural de Coruripe e estava em Marechal Deodoro a trabalho. Antes de desaparecer, ele publicou uma foto em uma praia acompanhado de uma mulher.

A identificação oficial do corpo será feita pelo Instituto Médico Legal. Caso a identidade seja confirmada, o caso deixará de ser tratado como desaparecimento e passará a ser investigado como homicídio.