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Redes sociais se tornam alvo de políticos alagoanos em meio a eleições de 2022

Agências estão sendo contratadas para afastar possibilidade de polêmicas e cancelamento

21/06/2021 07h07 - Atualizado em 21/06/2021 16h04
Redes sociais se tornam alvo de políticos alagoanos em meio a eleições de 2022

O que ocorreu na semana passada, envolvendo o ex-secretário de Turismo da Capital, nas redes sociais, serviu de exemplo para os demais políticos e figuras públicas do Estado. Eles deverão voltar suas atenções para as redes sociais, visando inclusive às eleições do ano que vem. O objetivo é evitar situações semelhantes a que envolveu o ex-membro do primeiro-escalão da Prefeitura de Maceió.

Nos bastidores, agências do Estado e até fora dele, já começaram a ser procuradas por futuros candidatos a Câmara Federal e Assembleia Legislativa. Qualquer indício de postagem polêmica já está sendo apagado.

Vale lembrar que desde as eleições passadas, elas se tornaram uma lupa enorme para os políticos. Um exemplo foi a campanha para prefeito da Capital, que estava sendo mais disputada entre postagens e vídeos, do que nas ruas.

Outro exemplo do uso das redes sociais como forma de antecipar a campanha eleitoral é o senador Fernando Collor (PROS), que se apropriou do Twitter para tentar conquistar o eleitorado jovem. Além disso, o parlamentar tenta reconstruir sua imagem, que foi manchada enquanto ocupou o cargo e presidente da República.

A ferramenta, porém, é uma via de mão dupla. O político pode ser destaque ou ser cancelado. Para minimizar os riscos, a contratação de equipes especializadas pode ser a solução. O preço do serviço, no entanto, pode ser salgado.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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