Politicando
Mulheres com passagem pela Câmara de Maceió deverão disputar mandato na Câmara Federal
Reforma eleitoral facilita participação feminina para as eleições de 2022
Detentoras de mandato na Câmara Municipal de Maceió (CNM) e ex-vereadoras estão sendo cogitadas como pretensas candidatas a uma vaga na Câmara Federal nas eleições de 2022.
Com a reforma eleitoral, a presença feminina passou a ser mais valorizada, fortalecendo a formação de coligações, além de animar dirigentes partidários com a possibilidade de vitória nas eleições.
Os nomes das ex-vereadoras Fátima Santiago e Simone Andrade, e das vereadoras Olívia Tenório, Gaby Ronalsa e Silvânia Barbosa já estão sendo vistos em blocos de anotações de articuladores políticos como integrantes em diferentes composições. As propostas já teriam feitas, faltam serem aceitas.
Fora da Câmara de Maceió ainda há outros nomes de mulheres que possuem expressão política por todo o Estado e podem surgir como candidatas nas eleições do próximo ano.
A exemplo da secretária estadual de Desenvolvimento Social e ex-prefeita de Arapiraca, Fabiana Pessoa; a secretária da Mulher e Direitos Humanos, Maria Silva; e a vice-prefeita de Atalaia, Camyla Brasil.
Atualmente, a única mulher na bancada alagoana em Brasília é a deputada Tereza Nelma (PSDB), que é candidata à reeleição, mas certamente deverá ingressar em outra legenda para participar do pleito.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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