Politicando
Boa avaliação de Lula em pesquisas faz políticos alagoanos buscarem o PT para se filiar
Dirigente diz que pelo menos oito deputados estaduais procuraram a legenda
As pesquisas de opinião pública que mostram vantagem do ex-presidente Lula para as eleições presidenciais de 2022 estão deixando vários políticos animados para voltarem aos quadros do Partido dos Trabalhadores (PT) ou ingressarem na legenda.
Em Alagoas, o atrativo não tem sido apenas a boa avaliação de Lula, mas a expectativa de ter vantagem com o voto de legenda, que pode ser decisivo no fechamento das urnas.
De acordo com o dirigente partidário e compadre de Lula, jornalista Adelmo dos Santos, ao menos oito deputados estaduais estariam interessados em se filiar ao PT. Ele não citou nomes.
Atualmente filiado ao MDB dos Calheiros, o deputado estadual Ronaldo Medeiros já está de malas prontas para voltar ao PT. Dizem, nos bastidores, que ele comprou uma coleção de gravatas vermelhas para usar até o fim do seu mandato. Ele até colocou o vermelho como cor padrão das suas redes sociais.
Mas Medeiros não é apenas o único que vai apostar todas as suas fichas no partido de Lula. Outros postulantes a uma vaga na Assembleia Legislativa Estadual (ALE) também acreditam no PT como um meio de chegada ao poder.
A questão é se a legenda irá aceitar de volta alguns nomes que deixaram o partido por vaidade política ou com vergonha das acusações que recaíram sobre o ex-presidente da República.
Ao que parece, Medeiros será recebido com tapete vermelho. Mas outros nomes, não!
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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