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Renan Filho poderá esperar prazo de renúncia de JHC para anunciar candidato ao Governo

Governador ainda não definiu nome para sua sucessão

06/11/2021 07h07
Renan Filho poderá esperar prazo de renúncia de JHC para anunciar candidato ao Governo

As últimas pesquisas de opinião pública sobre a disputa ao Governo de Alagoas mostram a preferência do eleitorado pelos nomes do grupo político liderado por JHC (PSB) e Rodrigo Cunha (PSDB). Já as opções que o governador Renan Filho (MDB) tem também pontuam bem, mas não estão sendo atrativos para os eleitores.

Se as eleições fossem hoje, o prefeito de Maceió seria eleito governador facilmente – segundo as pesquisas. Mas acontece que o candidato do seu grupo deverá ser o senador Cunha. Um ou outro sairiam vitoriosos.

Mas este cenário pode ser inviabilizado por um fator que pode ser crucial: Renan Filho poderá esperar o prazo de desincompatibilização de JHC para anunciar oficialmente o candidato à sucessão. Isso por que o prefeito de Maceió precisa renunciar ao cargo para poder registrar candidatura.

O risco é alto, é verdade! Mas, mesmo renunciando ao cargo, certamente JHC teria o apoio de Ronaldo Lessa (PDT), que tomaria posse como prefeito da Capital. Fato é que “Jota” continuaria com a máquina pública ao seu dispor.

A decisão que precisa ser tomada, porém, é sobre quem será o candidato: JHC ou Cunha. Por outro lado, Renan Filho precisa tomar o mesmo posicionamento. Enquanto isso, o eleitor fica cada dia mais confuso.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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