Politicando
Prefeito do Pilar analisa nome de Júlio César na disputa ao Estado em 2022
Para Renato Filho, prefeito de Palmeira dos Índios pretende contribuir com o processo, “mas não como candidato”
Em meio a incertezas sobre o nome que representará o grupo situacionista para a disputa majoritária em Alagoas, muitos políticos estão sendo colocados como improváveis por outras lideranças políticas do Estado.
Nesta quinta-feira (09), o prefeito do Pilar, Renato Filho (PSC), revelou ao 7Segundos que não vê o prefeito de Palmeira dos Índios, Júlio Cézar (MDB), como candidato ao Governo. “Não acredito na candidatura do Júlio”, disse o novo RF da terra do bagre.
Renato, que se coloca como pré-candidato ao Governo, disse acreditar que o prefeito de Palmeira dos Índios tem outras intenções. “Eu acho que ele quer mesmo é contribuir diretamente com o processo, mas não como candidato”, opinou.
Além dos prefeitos Renato Filho e Júlio Cézar, ainda existem outros nomes que travam uma briga silenciosa para serem escolhidos pelo governador Renan Filho (MDB) para encabeçarem a disputa majoritária de 2022.
Na Assembleia Legislativa Estadual (ALE), os deputados Antônio Albuquerque (PTB), Jó Pereira e Paulo Dantas - ambos do MDB - já demonstraram ter interesse em assumirem a candidatura ao Governo. No entanto, aguardam um posicionamento de Renan Filho para decidirem seus destinos políticos.
Vale destacar que, esta semana, Renato Filho esteve visitando o município de Palmeira dos Índios, a convite do prefeito Júlio Cézar. Na ocasião, o prefeito do Pilar participou de coletiva à imprensa e destacou os avanços da atual gestão municipal.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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