Politicando
Chico Tenório, Jairzinho Lira e Tarcizo Freire podem migrar para grupo de Arthur Lira ou Rui Palmeira
Deputados buscam nova legenda que possa viabilizar reeleição
Com dezessete deputados estaduais já filiados ao MDB, o risco de não ser reeleger é enorme. Por isso, ainda há alguns integrantes do grupo liderado por Marcelo Victor que temem se filiar à legenda Calheirista.
Os deputados Francisco Tenório, Jairzinho Lira e Tarcizo Freire já estavam sendo considerados emedebistas. No entanto, o rumo de cada um deles deve mudar.
Tenório e Lira estudam migrar para o PSD, de Rui Palmeira, ou o Progressistas, de Arthur Lira. Já Freire, deve permanecer ao lado do presidente da Câmara Federal. Todos buscam garantir a reeleição “de tudo jeito”.
Até medidas consideradas extremas estão sendo levadas em consideração, como se filiar ao PV, que pode fazer uma federação com PT e PC do B. O detalhe é que nenhum deles tem o perfil de político de esquerda. Todavia, o que vale é continuar com uma cadeira na Assembleia Legislativa Estadual (ALE).
Caso o PV seja o caminho escolhido pelos Tenório, Lira e Freire, o deputado estadual Silvio Camelo - único parlamentar do PV - terá ainda mais dificuldades em conseguir entrar na nova legislatura em 2023.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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