Politicando
Senador alagoano diz que terceira via não existe na disputa pela presidência: “É um unicórnio”
Renan Calheiros defende candidatura de Lula (PT)
O senador Renan Calheiros (MDB) usou suas redes sociais, nesta sexta-feira (01), para comentar sobre uma possível representatividade política para uma terceira via na disputa presidencial.
“As pesquisas, desde julho de 2021, atestam a inviabilidade da terceira via. 2022 terá atipicidade única em razão do histórico de transgressões e ilegalidades contra Lula. A terceira via nesta eleição, é um unicórnio. Muitos falam, mas não existe”, disparou em sua conta no Twitter.
Um dia antes, Calheiros também voltou a atacar o ex-juiz Sérgio Moro, que recentemente anunciou a desistência da disputa pela presidência para tentar uma vaga na Câmara Federal pelo União Brasil.
“Sérgio Moro diminui de tamanho a cada passo que dá. Como juiz-estrela, foi parcial e ficou menor. Prendeu sem provas e encolheu mais. Tirou Lula da eleição, ganhou cargo de Bolsonaro e virou pigmeu. Quis voar alto, na queda sumiu. Hoje é personagem de comédia. Pior: coadjuvante”, provocou Calheiros.
Embora o MDB defenda a candidatura de Simone Tebet à presidência, o senador alagoano já se posicionou ser a favor de a legenda apoiar o nome de Lula (PT) na disputa presidencial.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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