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Grupo de partidos pode requerer judicialização de eleição indireta para Governador

Supostas inconstitucionalidades foram constatadas

12/04/2022 15h03 - Atualizado em 12/04/2022 15h03
Grupo de partidos pode requerer judicialização de eleição indireta para Governador

Esta semana o 7Segundos deu em primeira mão a informação de que o deputado estadual Cabo Bebeto (PL) garantiu que não irá atuar para prejudicar a eleição indireta para governador-tampão de Alagoas. No entanto, um grupo de partidos estaria preparando um documento para judicializar o pleito.

A movimentação nos bastidores segue intensa pelo fato de adversários políticos do grupo situacionista não quererem se expor de forma isolada. Por isso, a estratégia é usar os partidos para apresentarem dois fatores que estão sendo considerados inconstitucionais no processo da eleição indireta.

O primeiro é que a eleição deveria ocorrer em escrutínio secreto, ou seja, votação secreta. O segundo é sobre a votação única, onde governador e vice-governador necessitam serem escolhidos em um único voto. No entanto, o edital publicado pela Mesa Diretora da Assembleia Legislativa Estadual (ALE) determina o contrário nesses quesitos citados.

Caso haja a judicialização da eleição indireta, o governador em exercício, desembargador Klever Loureiro, ficará no cargo por mais tempo que o previsto. O pleito está marcado para o dia 02 de maio, no Plenário da Casa de Tavares Bastos.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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