Politicando
Senador Renan reage a pedido do Progressistas para STF rever eleição indireta e ataca Arthur Lira
Ele chamou o presidente da Câmara de “embrião do golpismo”
O senador Renan Calheiros (MDB) usou suas redes sociais, na tarde desta terça-feira (10), para reagir a ação do Progressistas em solicitar que o Supremo Tribunal Federal (STF) reveja a decisão do ministro Gilmar Mendes a respeito da eleição indireta em Alagoas.
Calheiros chamou Lira de “embrião do golpismo” e afirmou que o presidente da Câmara Federal segue as mesmas intenções do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), sobre as eleições gerais.
“Arthur Lira é o embrião do golpismo. Em mais uma chicana, depois da decisão do STF, com propósito único de procrastinar, o PP tenta adiar a eleição constitucional de Alagoas. Exatamente como planeja seu chefe Bolsonaro”, escreveu o senador em sua conta no Twitter.
A fala de Renan Calheiros é uma resposta ao Agravo Regimental com pedido de reconsideração contra a realização da eleição do tampão. A ação foi movida pelo Progressistas de Arthur Lira, na tarde desta terça-feira (10).
Primeiro, o prazo de 53h para a inscrição dos candidatos está sendo considerado insuficiente. O Progressistas requer que seja estabelecido o prazo do primeiro edital, ou seja, 21 dias para que as candidaturas sejam protocoladas na Assembleia Legislativa Estadual (ALE).
O partido de Arthur Lira também pede que a decisão do ministro Gilmar Mendes seja submetida ao Pleno da Suprema Corte.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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