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Pedro Vilela diz que MDB e PSD buscaram aliança com PSDB

O deputado federal não afirmou e nem descartou a possibilidade do irmão dele ser escolhido como suplente de Davi Filho

11/08/2022 15h03
Pedro Vilela diz que MDB e PSD buscaram aliança com PSDB

Candidato à reeleição a Câmara Federal, Pedro Vilela (PSDB), confirmou em entrevista à Rede Antena 7, na manhã desta quinta-feira (9), que o MDB e o PSD, com Rui Palmeira, buscaram firmar aliança com o PSDB. Além disso, o parlamentar deixou a entender que possivelmente o irmão dele, o empresário Teotônio Vilela Neto, seja anunciado como primeiro suplente do candidato ao Senado Federal Davi Filho.

“Falo de forma muito aberta: o PSDB, liderado por mim, e também através de Téo Vilela, foi de fato instado a conversar, fazer novas alianças, não só pelo MDB, mas por outros grupos no Estado de Alagoas, o próprio Rui Palmeira, do PSD, que também é candidato (ao governo de Alagoas) buscou aproximação”, disse Pedro Vilela, que informou que as discussões para firmar alianças tiveram início em abril.

Quanto à possibilidade de ter o irmão como primeiro suplente de Davi Filho, que concorre ao Senado Federal, Pedro Vilela não afirmou e nem descartou a possibilidade. Ele chegou a garantir que Teotônio Vilela Neto, apesar de empresário, tem credências para ocupar a suplência ou qualquer outro cargo político.

“A questão da primeira suplência de Davi Davino Filho está em discussão dentro do grupo. Alguns nomes ventilados e o nome do meu irmão que não é político, apesar do nome Teotônio Vilela Neto. Meu irmão carrega o DNA da política e é um empresário jovem e muito talentoso. Ele é um empresário de 35 anos de idade e bem-sucedido. Ele é líder no segmento que milita na educação, na agropecuária, em instituições sociais, prestando consultoria, participando do conselho do Instituto Mandaver. Meu irmão tem todas credenciais para ocupar essa posição ou qualquer outra, mas não há qualquer definição messe sentido por hora. Ele tem espírito público e em algum momento vai se apresentar par disputar algo, não sei agora”, disse.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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