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Kelman Vieira desmente Rodrigo Cunha e o acusa de ter gerado tumulto

Em vídeo, delegado e secretário da Seprev afirma que o senador criou confusão ao ter sido vaiado por torcedores do ASA

16/08/2022 09h09 - Atualizado em 16/08/2022 11h11
Kelman Vieira desmente Rodrigo Cunha e o acusa de ter gerado tumulto


O delegado da Polícia Civil e o titular da Secretaria de Prevenção a Violência (Seprev) do Estado de Alagoas, Kelman Vieira, desmentiu o senador e candidato ao Governo de Alagoas, Rodrigo Cunha, que o havia acusado de tê-lo agredido durante o jogo do ASA contra o Rio Branco-AC, no estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca, em partida válida pelas oitavas de finais da Série D do Campeonato Brasileiro. “ Na verdade, o que ocorreu: foi que o senador ao ser vaiado por um grupo de torcedores, reagiu e criou o grande tumulto”, diz Kelman Vieira, em vídeo com suas versões sobre o fato.

O secretário da Seprev negou qualquer envolvimento no tumulto envolvendo Cunha. Os esclarecimentos foram feitos através de vídeo. De acordo com Kelman Vieira, Rodrigo Cunha é o culpado por todo a confusão gerada no Coaray Fonseca. O delegado rebateu as declarações do senador, afirmando que, na ocasião do tumulto, buscou “rapidamente” conter os ânimos.

“Gostaria de esclarecer para o povo alagoano que os fatos lamentáveis envolvendo o senador Rodrigo Cunha ontem no campo do ASA. Em nenhum momento teve minha participação. Os vídeos mostram que eu estava descendo do restaurante, quando vi o tumulto e rapidamente tentei conter os ânimos na verdade o que ocorreu, foi que o senador ao ser vaiado por um grupo de torcedores, ele reagiu e criou o grande tumulto”, diz Kelman Vieira, em vídeo.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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