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“Alagoas virou caso de Polícia Federal”, diz Cunha em Twitter

Candidato ao Governo disparou críticas contra o governador alvo da operação da PF e afastado pela Justiça

11/10/2022 12h12 - Atualizado em 11/10/2022 14h02
“Alagoas virou caso de Polícia Federal”, diz Cunha em Twitter

O candidato ao Governo de Alagoas Rodrigo Cunha (União Brasil) aproveitou a repercussão nacional do afastamento do governador Paulo Dantas (MDB), do cargo, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) para fazer um tipo de alerta para os eleitores alagoanos. Cunha usou as redes sociais dele Twitter e Instagram para disparar críticas contra Paulo, que mesmo afastado segue ainda na disputa à reeleição ao Palácio República dos Palmares. Paulo teve que deixar o comando do Executivo após operação Edema da Polícia Federal deflagrada na manhã desta terça-feira (11), que cumpriu 35 mandados de busca e apreensão em Maceió.

Além de disparar contra Paulo, Cunha também faz críticas a deputados da Assembleia Legislativa do Estado (ALE). “Alagoas virou caso de Polícia Federal. Aquela gente da Assembleia chegou ao governo do estado. O Tampão acaba de ser afastado e a polícia bateu na porta do governo e da assembleia”, postou Cunha.

Ainda no Twitter, o candidato ao Governo pelo UB chegou a classificar o fato como “vergonha nacional” e aproveitou para pedir votos. “Minha luta é contra essa gente. Tá nas nossas mãos”, disse.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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