Politicando
PT lança “super tendência” em Alagoas e promete candidatos em até 7 municípios
Ronaldo Medeiros deve ser o líder do grupo interno
No último domingo (03), o PT em Alagoas lançou o que promete ser uma das maiores tendências da legenda no estado. Cerca de 400 militantes do partido estiveram reunidos num auditório da capital alagoana, onde puderam debater sobre os rumos políticos do estado.
A Resistência Socialista é a segunda maior tendência interna do PT em nível nacional. Comporta nomes como o do ex-senador Eduardo Suplicy, do deputado Lindbergh Farias e tem até um ministério para chamar de seu - o ministério do Desenvolvimento Agrário é uma indicação do grupo.
Em Alagoas, os maiores expoentes da tendência são o deputado Ronaldo Medeiros e o ex-deputado Judson Cabral. A ‘Resistência’ tem planos audaciosos para as eleições do ano que vem, inclusive o lançamento de candidaturas em pelo menos 7 municípios alagoanos.
Além de Maceió, onde o próprio Ronaldo Medeiros articula a viabilidade do seu nome, a tendência terá nomes majoritários em Rio Largo, Com Silvano Vieira; em Delmiro Gouveia, com o professor Edvaldo Nascimento; em Pariconha, com Pedro Pereira; em Canapi, com Madson Paulino; em Cajueiro, com Zé Carlos; e em Colônia Leopoldina, com dona Lala.
Nascida em Alagoas já com força, a tendência pode vir a ser a maior do estado dependendo do resultado do processo de eleições internas do PT, que deve ocorrer em 2024.
Para Ronaldo Medeiros, o controle sobre uma tendência interna que tenha força política é importante, considerando que hoje o partido integra uma federação e que o deputado terá que impor sua candidatura, possivelmente a contragosto das demais legendas do grupo.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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