Politicando
Após um ano apagado, Luciano Amaral se torna líder do PV na Câmara Federal
Em 2023, o deputado passou despercebido pelos corredores de Brasília. A promessa é que essa ano seja diferente
Quem está acostumado a acompanhar a política alagoana até esquece que o Luciano Amaral (PV) está em Brasília nos representando. De olho nas eleições municipais, Luciano promete um ano mais agitado.
O deputado “verdinho” foi escolhido por seus pares como líder do PV na Câmara dos Deputados. O novo cargo dará maior projeção à Luciano Amaral que, de acordo com as más línguas, não teria se adaptado aos ares da capital federal.
Como líder do PV, Luciano já teve seu primeiro grande evento: o encontro com os líderes da bancada governista junto ao presidente Lula (PT) no Palácio da Alvorada.
Nas redes sociais, o deputado disse que “está bastante empenhado em seguir o trabalho que foi iniciado nesta legislatura pelo deputado Clodoaldo. Vamos reforçar a atuação de nossa bancada em conjunto com a Federação Brasil da Esperança”, comenta Amaral.
De acordo com informações de bastidores, Luciano Amaral estaria interessado em se eleger prefeito e está contando com a articulação do presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Victor (MDB).
Vamos acompanhar como será o ano do deputado que parece ter desembarcado agora em Brasília.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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