Politicando
Luiz Romero Farias: mais um candidato a vice na extensa fila de JHC
Secretário de saúde do município assinou a ficha do partido de Arthur Lira
O ato realizado pelo PP de Arthur Lira na última quinta-feira (07) consolidou o nome de mais um ‘candidato a candidato’ a vice-prefeito de Maceió nas próximas eleições - cargo que vai se tornando mais concorrido do que a própria cadeira de prefeito da capital.
Luiz Romero Farias, médico, atual secretário de saúde de Maceió, assinou a ficha e agora é um Progressista. Romero pegou a fila, que vai virando o quarteirão, para obter a indicação de vice-prefeito de JHC em outubro próximo.
Pela ordem de lembrança e não de prioridade, a lista já tem o vereador e presidente da Câmara Galba Netto; a ex-deputada e atual secretária de educação de Maceió Jó Pereira; o ex-deputado e candidato majoritário em 2020, Davi Davino Filho; e até mesmo o senador Rodrigo Cunha, um dos primeiros a figurar entre os postulantes.
Destes, cada um atende a um pré-requisito que beneficia JHC: Galba tem capilaridade na capital e tem sido um elo entre o prefeito e o parlamento. Jó e Davi seriam a prova de alinhamento total do prefeito com Arthur Lira, já que são nomes da confiança do presidente da câmara.
E Romero? Vem para ser mais uma opção do grupo Lirista, jogando ainda mais pressão para que saia de Lira a indicação para a vice. Coisa que ainda não está 100% acertada na cabeça do prefeito, o único responsável pela indicação.
Lembrando: o vice de JHC pode ganhar, de modo ‘0800’, um mandato de prefeito de Maceió por mais de dois anos, uma vez que o atual gestor seja reeleito e resolva disputar governo ou senado em 2026.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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