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EXCLUSIVO: Sâmea Mascarenhas não aceita vaga de vice e desiste da prefeitura de Rio Largo

Sâmea acreditava que seria a cabeça de chapa na composição com Pedro Victor (MDB)

11/04/2024 22h10 - Atualizado em 11/04/2024 22h10
EXCLUSIVO: Sâmea Mascarenhas não aceita vaga de vice e desiste da prefeitura de Rio Largo

A desistência de Sâmea Mascarenhas (Republicanos) de sua pré-candidatura a prefeita de Rio Largo pegou a oposição de surpresa. Sâmea contou com exclusividade ao Blog Politicando que não aceitou a vaga de vice na chapa com Pedro Victor (MDB).

Nas redes sociais, a suplente do Republicanos disse, nesta quinta-feira (11), que o cenário das eleições majoritárias de Rio Largo e o compromisso de trabalhar seguindo seus princípios foram os motivadores de sua desistência.

Sem enxergar perspectiva de crescimento nos outros nomes da oposição, Sâmea Mascarenhas acreditava que seria escolhida como a cabeça de chapa na união com o MDB do senador Renan Calheiros.

A republicana revelou ao blog que pesquisas internas feitas em Rio Largo mostram que seu nome vem tendo crescimento, enquanto os outros postulantes da oposição seguem estagnados.

Apesar de deixar a disputa pela Prefeitura de Rio Largo, Sâmea Mascarenhas anunciou que será pré-candidata a vereadora do município.

A disputa por uma vaga na Câmara Municipal também não será nada fácil. Partidos como o PP, do atual prefeito Gilberto Gonçalves, e PSB/PDT, já apresentaram chapas proporcionais com nomes de peso na cidade.

Neste momento, seguem firmes na corrida pelo executivo rio larguense, Carlos Gonçalves, apoiado pelo atual prefeito; Izabelle Lins, com o apoio do ex-prefeito Toninho Lins; e Pedro Victor, que obteve a bênção do senador Renan Calheiros para a disputa.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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