Politicando
Deputados Estaduais analisam reajuste salarial de 4,62% para o Poder Judiciário
Se aprovado, o salário dos desembargadores seriam de pouco mais de R$39 mil
Os servidores do Poder Judiciário de Alagoas estão bem perto de ganhar um reajuste salarial de 4,62%. O anteprojeto encaminhado pelo presidente do tribunal à Assembleia Legislativa foi aprovado pela CCJ e logo deve ser apreciado pelo plenário da Casa.
O presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), Fernando Tourinho, pediu que o presidente da Casa de Tavares Bastos, deputado Marcelo Victor (MDB), aprecie o tema o mais rápido possível “diante da importância da matéria para o Poder Judiciário”, como diz um trecho da mensagem.
O projeto propõe um reajuste de 4,62% nos salários de todos os servidores do Judiciário alagoano, incluindo até os aposentados.
A título de comparação, o salário atual de um desembargador é de R$37.589,95. Com o reajuste proposto, o salário passaria a R$39.326,61. Os desembargadores têm ainda um vale alimentação e vale saúde de cerca de R$3 mil cada.
Antes do anteprojeto ser encaminhado ao Poder Legislativo, o Pleno do TJAL aprovou em março por unanimidade o reajuste, justificando que a medida deve recompor as perdas inflacionárias do ano anterior.
De acordo com o Tribunal, o reajuste tem viabilidade financeira, pois as despesas serão decorrentes do Orçamento destinado ao Judiciário.
Em 2023, o reajuste dos salários de servidores do Judiciário foi de 5,79%. O reajuste previsto para este ano teve parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), sob relatoria da deputada estadual Fátima Canuto (MDB), e logo será apreciado pelos demais deputados no plenário da Casa.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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