Politicando
Arthur Lira quer limitar quem pode propor ações no Supremo Tribunal Federal
O presidente da Câmara chamou a Ação Direta de Inconstitucionalidade de “câncer”
No último sábado (27) o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), defendeu limitar quem pode entrar com uma ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) no Supremo Tribunal Federal (STF).
Para Arthur Lira, o fato de o recurso poder ser proposto por qualquer entidade, pessoa ou partido político no Brasil, representa um “câncer".
“Temos um câncer no Brasil que se chama Ação Direta de Inconstitucionalidade, proposta por qualquer entidade, qualquer pessoa, qualquer partido político no Brasil com um representante no Congresso Nacional”, disse o presidente da Câmara em um evento na cidade de Uberaba, em Minas Gerais.
No entendimento de Lira, os congressistas têm que ter coragem de enfrentar o tema para que menos pautas sejam judicializadas.
“O que adianta ter um projeto com 400 votos no plenário da Câmara e um congressista entrar com ADI e um ministro dar uma liminar?”, declarou o deputado.
A ADI tem como objetivo principal, a declaração de inconstitucionalidade de lei ou de um ato normativo. A proposta pode ser apresentada ao Supremo Tribunal Federal por partidos políticos que tenham representantes no Congresso Nacional, além de entidades públicas diversas.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
Arquivos
Últimas notícias
Leonardo Dias critica abandono de patinetes em Maceió e cobra ordenamento
Ciclista fica gravemente ferido após colisão com caminhão em Delmiro Gouveia
Recapturado foragido que matou estudante de enfermagem ao dirigir embriagado em Arapiraca
Ministério Público recomenda que PMAL não prenda usuários com até 40g de maconha
Rafael Brito defende fim da escala 6x1 e destaca expectativa para votação
