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Se eleito, Lobão diz que não vai passar mais de quatro anos no poder

O pré-candidato a prefeito de Maceió pelo Solidariedade é defensor do mandato único

15/05/2024 12h12 - Atualizado em 15/05/2024 17h05
Se eleito, Lobão diz que não vai passar mais de quatro anos no poder

O ex-deputado e pré-candidato a prefeito de Maceió, Lobão (Solidariedade), afirmou que quatro anos é suficiente para colocar em prática todos os seus projetos. Lobão garantiu que, se eleito, não irá disputar a reeleição.

O ex-deputado estadual e ex-vereador por Maceió, foi o entrevistado desta terça-feira do programa Na Mira da Notícia, da rádio 96 FM.

Lobão disse estar cansado de somente pedir e não conseguir colocar suas ideias em prática. O ex-deputado disse que, quando vereador, fez diversas indicações para melhoria da cidade, mas que não obteve parceria da Prefeitura à época.

Agora, Lobão está em busca da caneta do prefeito - que ele acredita ser a maneira mais eficaz de contribuir com a população de Maceió - e afirmou que precisa estar à frente da Prefeitura de Maceió por apenas quatro anos para colocar a cidade no rumo do desenvolvimento.

O pré-candidato do Solidariedade tem se mostrado confiante com as eleições deste ano, dizendo que ganhará já no primeiro turno.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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