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Bancada alagoana não se mobiliza para debater prevenção de desastres no estado

Enquanto os alagoanos não se organizam, a bancada de PE discute prevenção a desastres causados pela chuva

22/05/2024 12h12 - Atualizado em 22/05/2024 17h05
Bancada alagoana não se mobiliza para debater prevenção de desastres no estado

A bancada de deputados federais do estado de Pernambuco se organizou para debater medidas de prevenção a desastres causados pela chuva no estado. Com as fortes chuvas que causaram uma tragédia no Rio Grande Sul, alguns políticos começaram a se movimentar na intenção de proteger seus estados.

Diferente do nosso estado vizinho, a bancada alagoana - que conta com nomes de peso - não sinalizou acerca de nenhum tipo de discussão semelhante. O Portal 7Segundos entrou em contato com deputados federais que compõem a bancada alagoana, questionando sobre a discussão em torno da prevenção de desastres causados pela chuva.

Até o fechamento da reportagem, apenas o deputado federal Paulão (PT) se pronunciou sobre o caso revelando que não houve qualquer tipo de movimentação por parte da bancada para debater o assunto de maneira conjunta.

Sobre as prevenções, o deputado petista disse que criar barragens de contenção nos rios não seria a única alternativa para prevenir tragédias. O parlamentar acredita que o debate deve passar pela proteção das matas ciliares, processo de assoreamento, e um Plano Diretor que defina os limites para as construções nessas áreas.

Paulão informou ao 7Segundos, que a partir do questionamento do portal, irá fazer um pronunciamento na tribuna da Câmara dos Deputados cobrando uma posição da bancada alagoana quanto à discussão da temática.

Os deputados chegaram a falar sobre a prevenção a desastres, mas todas as falas aconteceram de maneira isolada e não através de um consenso entre integrantes da bancada, assim como fizeram os pernambucanos.

A bancada de Alagoas na Câmara dos Deputados conta com nomes de peso: Arthur Lira (PP), presidente da Casa; Isnaldo Bulhões (MDB), líder do partido; Rafael Brito (MDB), presidente da Frente Parlamentar de Educação; Luciano Amaral (PV), líder do partido.

Que toda essa influência dentro do Congresso Nacional se converta em políticas públicas para Alagoas. A conferir.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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