Politicando
Isnaldo segue entre os favoritos para a sucessão de Lira na presidência da Câmara
Pesquisa mostra que o alagoano é o 4º nome mais citado entre os deputados
O deputado federal Isnaldo Bulhões (MDB), líder da bancada emedebista na Câmara dos Deputados, segue trabalhando nos bastidores a fim de chegar ao cargo que hoje pertence ao deputado Arthur Lira (PP): a presidência da Casa Baixa.
A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (23), mostrou quais são os favoritos para substituir Arthur Lira na presidência da Câmara dos Deputados.
O deputado baiano, Antonio Brito (PSD), é o favorito dos congressistas para suceder Arthur Lira. Ele seria votado por 23% dos deputados ouvidos pela pesquisa. Brito conta com a simpatia de Lula (PT) e vem se articulando nos bastidores.
O favorito de Lira, Elmar Nascimento (União-BA), aparece atrás com 15% das intenções de votos dos deputados. Ambos estão empatados dentro da margem de erro.
Veja os números:
• Antonio Brito (PSD-BA) – 23%;
• Elmar Nascimento (União Brasil – BA) – 15%;
• Marcos Pereira (Republicanos – SP) – 13%;
• Isnaldo Bulhões (MDB – AL) – 10%;
• Aguinaldo Ribeiro (PP – PB) – 3%;
Para 4% dos deputados, há a predileção por outro nome. Já 2% não votaria em nenhum. Os que não sabem ou não responderam são 30%.
O levantamento mostra ainda que, mesmo o candidato apoiado por Lira não sendo o favorito, 73% dos deputados ouvidos acreditam que o presidente da Câmara terá grande influência na eleição.
A pesquisa ouviu 183 deputados federais em exercício (35% do total), de 29 de abril a 20 de maio. A margem de erro é de 4,8 pontos para mais ou para menos.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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