Politicando
Lava jato: Inquérito contra Renan por suposto recebimento de R$5 milhões em proprina é arquivado
Calheiros era investigado por supostamente ter recebido propina da antiga Odebrecht
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, arquivou o inquérito da Operação Lava Jato contra o senador Renan Calheiros (MDB) e o ex-senador Romero Jucá (MDB-RR). Ambos eram investigados por receber, supostamente, propina da antiga Odebrecht.
O inquérito investigava uma suposta propina de R$5 milhões da antiga Odebrecht - atual Novonor - aos integrantes do MDB. A investigação tramitava desde 2017 e foi prorrogada várias vezes sem denúncia formal da Procuradoria-Geral da República.
O atual PGR, Paulo Gonet, pediu o arquivamento do caso em abril deste ano. Gonet afirmou que não houve comprovação concreta de solicitação ou recebimento de vantagens indevidas.
O ministro do STF Edson Fachin apontou, em sua decisão, que o Ministério Público se manifestou pelo esgotamento das linhas de investigação.
Nas redes sociais, o senador Renan Calheiros comemorou o arquivamento do inquérito. “Uma a uma, vão ruindo as trapaças jurídicas da Lava Jato, um projeto de poder político e financeiro completamente desmascarado”, escreveu.
O senador disse ainda esperar que os responsáveis pela Operação Lava Jato respondam na Justiça pelos crimes e perseguições.
“Mais uma imputação falsa e torpe encontra seu habitat original, a lixeira da história. Que eles respondam na Justiça pelos crimes e perseguições”.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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