Politicando
Renato Filho ainda tenta manter boa relação com Calheiros e Lira
Em Brasília, o prefeito de Pilar marcou presença em eventos com Renan Calheiros e Arthur Lira
O prefeito de Pilar, Renato Filho (MDB), ainda tenta manter uma boa relação com o senador Renan Calheiros (MDB) e o deputado federal Arthur Lira (PP). Em um passado não tão distante, Renatinho causou desconforto com ambos, mas vem tentando manter a relação cordial com os dois polos políticos do estado.
Na semana passada vários prefeitos estiveram em Brasília para a Marcha dos Prefeitos, que teve como objetivo a discussão de pautas municipalistas.
Nas redes sociais, Renato fez questão de publicar que teve encontros com o senador Renan Calheiros e com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, durante sua estadia na capital federal.
A relação de Renato com Renan Calheiros ficou estremecida após a aproximação do prefeito de Pilar com Lira. Além da aproximação, Renato cogitou levar sua sucessora para o PP - partido de Lira -, aumentando o desconforto com o líder emedebista.

Com Lira, a relação ficou abalada após a decisão de Renato em filiar sua sucessora ao MDB. A movimentação de Renato desagradou o presidente da Câmara a ponto de surgir nos bastidores as informações de que Lira tomaria do cunhado de Renatinho a administração do Porto de Maceió.

Ao que parece, o prefeito de Pilar está conseguindo apaziguar a situação com os dois nomes mais influentes da política alagoana.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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