Politicando
Paulão cobra agilidade do governo Lula na negociação com professores federais
Mesmo sendo da base, o deputado pediu que o Minstério da Gestão retomem as negociações que estão travadas
O deputado federal Paulão, aliado de primeira hora do governo, foi na contramão do que muitos políticos da situação fazem: se calar diante de temas espinhosos para o governo. Na sessão desta segunda-feira (27) na Câmara dos Deputados, o petista cobrou agilidade do governo nas negociações com educadores e técnicos das universidades e Institutos federais.
Paulão ressaltou que faz parte da base do governo Lula e por essa razão espera que o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos ouça seu apelo para que as negociações sejam retomadas e a greve seja encerrada.
“Como integrante do Governo, espero que o Ministério da Gestão retome as negociações travadas, especialmente para solucionar os problemas dos técnicos administrativos. Atualmente, esses profissionais, ao ingressarem, ganham menos de dois salários mínimos, o que desmotiva e impede a integração com a comunidade”, disse Paulão na tribuna da Casa.
Atualmente, os sindicatos estão divididos quanto ao fim da greve. Nesta segunda-feira (27) o Sindicato de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes) assinou um acordo com o governo que cessaria as paralisações. Já o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) rejeitou a proposta e pretende manter a greve.
“É urgente que o Governo resolva essa questão para garantir melhores condições aos profissionais das instituições federais de ensino”, diz Paulão.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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